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Se você já ouviu falar sobre a previdência privada, mas ainda não começou a investir porque tem muitas dúvidas, então este artigo é para você!

Trouxemos as principais questões sobre o assunto para você entender como e por onde começar a sua previdência privada. Acompanhe. 

1. Qual a diferença entre previdência privada aberta e fechada? 

A previdência privada fechada contempla os funcionários de uma determinada empresa, restrita a esse número específico de pessoas. Os planos são administrados por entidades sem fins lucrativos e, em alguns casos, a empresa contribui com um percentual em cima do valor aportado pelo participante ao plano. 

Já a previdência aberta é acessível para qualquer pessoa. Basta que ela procure uma empresa especializada no assunto para fechar um contrato. A contribuição, nesta modalidade, é do próprio contratante, que pode escolher entre os modelos PGBL e VGBL.

2. Quais tipos de planos de previdência existem?

Os planos de previdência privada estão divididos em duas categorias: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Veja as principais diferenças entre eles: 

  • Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL): nessa modalidade, há dedução de imposto sobre o valor total a ser resgatado. As contribuições podem ser deduzidas do IR até o limite de 12% da renda bruta anual do investidor. É um plano mais adequado para quem faz a declaração completa.
  • Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): não há deduções do Imposto de Renda. Nesse modelo, a incidência de imposto se dá apenas sobre os rendimentos dos valores, no momento do resgate. É um plano indicado para quem faz declaração por meio do modelo simplificado. 

3. Já tenho mais de 30 anos, compensa fazer esse investimento?     

Cuidar do futuro e focar em tirar sonhos do papel é válido em qualquer idade! Quanto mais cedo você investe na previdência, maior o valor acumulado, mas nada impede de iniciar mais tarde e fazer contribuições mais robustas. Tudo depende da sua organização financeira. 

É importante definir as expectativas de resgate no futuro para entender como devem ser seus investimentos. O planejamento financeiro é fundamental para garantir conforto nos anos finais e segurança para sua família. 

4. Qual a diferença entre tabela progressiva e regressiva?

O investimento de previdência privada inclui a incidência de algumas taxas. De modo geral, há duas modalidades de tributação pelas quais você pode optar:

  • Progressiva: as alíquotas aumentam de acordo com a tabela base de cálculo anual, limitada a 27,5%;
  • Regressiva: as alíquotas diminuem com o passar do tempo, limitada a 10%.

Quem pretende deixar o dinheiro por um prazo menor, deve optar pela tabela progressiva. Já quem planeja um investimento a longo prazo, deve utilizar a tabela regressiva.

5. Quando poderei resgatar o investimento?

A previdência privada é bastante indicada para aqueles que desejam garantias para a aposentadoria, porém você não precisa investir com esse objetivo específico em mente.

O valor investido, em muitos casos, fica disponível para resgate a qualquer momento. Porém, cada plano possui regras específicas. Há variações na alíquota do IR e na carência do fundo que, em geral, varia entre 60 dias a 24 meses para solicitar o resgate total ou parcial.

6. É realmente um tipo de investimento seguro?

Por ser um investimento normalmente pensando a longo prazo, a previdência privada atende a diversos tipos de investidores, sendo considerada uma das modalidades mais seguras que existem. 

É possível escolher aplicar o dinheiro de uma única vez ou fazer aportes periódicos e deixar o dinheiro rendendo por anos. E os riscos encontrados são baixos. Além disso, as atividades são fiscalizadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e Superintendência de Seguros Privados (Susep).

7. Se ocorrer algo comigo (invalidez ou falecimento), o que acontece com o dinheiro que tenho guardado?

Caso esse tipo de ocasionalidade aconteça durante a fase de acumulação, o plano de previdência segue como uma aplicação financeira comum. Não haverá necessidade de passar por inventário para que o valor acumulado seja entregue aos beneficiários.

Agora, se um desses eventos ocorrer quando o investidor já estiver usufruindo do valor arrecadado, seus beneficiários também terão direito ao montante sem necessidade de inventário e com a tributação conforme a tabela escolhida. Em todo caso, é importante ler sempre o regulamento dos planos para entender mais detalhes!

Agora que você já entende sobre a previdência privada, então pode escolher o seu plano. Entre em contato conosco e iremos te ajudar a encontrar a versão ideal para você.

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