Por que contratar um seguro residencial?
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Por que contratar um seguro residencial?

Conheça o seguro residencial da Camed Corretora e garanta a segurança do seu patrimônio e sua tranquilidade em todos os momentos!

Hoje em dia, quando compramos um carro novo, pensamos logo em fazer um seguro. Mas e por que não contratamos seguro para nossos imóveis, que geralmente são bens muito mais caros? Ainda existe uma grande resistência das pessoas quando escutam falar em seguro residencial, pensam que é algo muito caro ou até mesmo que não vão usar, pois acham que nunca vão ocorrer incidentes, como incêndio e dano elétrico, ou que não precisarão de serviços como o de chaveiro ou conserto a algum eletrodoméstico na sua casa. E assim deixam de proteger aquilo que, na maioria das vezes, é o nosso maior patrimônio.

A palavra chave hoje é tranquilidade, ou seja, estar seguro que suas escolhas e decisões podem ser protegidas e mantidas caso haja alguma situação fora de controle.

A finalidade de um seguro residencial é dar proteção à sua casa ou apartamento contra uma série de imprevistos e te oferecer tranquilidade em diversos casos, como: incêndio, explosão, roubo ou furto do conteúdo dentro do imóvel, danos a terceiros, danos elétricos e outras coberturas. Além disso, ele pode garantir assistências como: serviço de encanador, eletricista, chaveiro, limpeza de caixa d’água, limpeza de ar condicionado, consertos em linha branca e muito mais.

Veja cinco motivos para contratar um seguro residencial:

1 – É relativamente barato (ótimo custo/benefício)

Sabemos que um ponto muito importante na hora de optar ou não por fazer mais um compromisso financeiro é o valor. O preço de um seguro residencial não chega a 1% do valor do imóvel. A contratação é rápida e sem burocracias e as condições de pagamento são facilitadas para se adequarem ao orçamento do futuro segurado. Além disso, o custo é reduzido caso a sua casa fique em condomínio fechado ou tenha equipamentos de segurança instalados e, portanto, o valor para contratar um seguro residencial é, ao contrário do que muitos pensam, bastante acessível.

2 – Variedade de coberturas

É possível estar protegido contra diversas situações e ter acesso às coberturas para as situações mais comuns. A combinação da cobertura básica com as coberturas adicionais permite que o segurado tenha um seguro totalmente personalizado para seu perfil

Para que você entenda melhor e descubra quais são suas principais necessidades, confira abaixo algumas coberturas:

– Incêndio;

– Roubo e furto;

– Danos elétricos;

– Impacto de veículos e queda de aeronaves;

– Danos a vidros;

– Responsabilidade civil.

3 – Indenização do seu bem mais precioso: sua casa

O seguro residencial garante indenização, até o limite contratado, de danos à residência. Dessa forma, o segurado não precisa usar seus próprios recursos financeiros para arcar com possíveis custos relacionados a um incêndio na residência, por exemplo, ou ainda a roubo dos bens. Todas as indenizações estarão discriminadas no contrato do seu seguro residencial. Dessa forma, você saberá exatamente com o que pode contar em caso de imprevistos.

4 – Serviços de assistência domiciliar

Como já comentamos acima, ao contratar o seguro residencial será possível usufruir também dos serviços de assistência domiciliar. Confira abaixo algumas das assistências disponíveis:

– Chaveiro (inclusive com troca de segredo de fechadura);

– Eletricista;

– Vidraceiro;

– Desentupimento;

– Reparos hidráulicos (contenção de vazamento);

– Reparo de Linha Branca (fogão a gás, geladeira, freezer, máquina de lavar roupas, máquina de secar roupas, máquina de lavar louças, forno de micro-ondas, tanquinho e centrífuga);

– Instalação de olho mágico.

 5 – Agilidade e pagamento

Se depois desses primeiros itens você já começou a se perguntar como contratar um seguro residencial, nós temos a resposta! Com a Camed Corretora você pode fazer a cotação agora mesmo e ser atendido com rapidez. Pensando em facilitar ainda mais a sua vida, nós oferecemos várias formas de pagamento. As condições podem variar de acordo com cada seguradora, mas podemos garantir que existem ótimas condições também para parcelamento sem juros.

Se convenceu? Entre em contato agora mesmo conosco. Vai ser um prazer te atender!

Marcelo Italo

Especialista em seguros gerais da Camed Corretora

85 98210-2102 // marceloibg@camedseguros.com.br

Canais de atendimento Camed Corretora:

WhatsApp: (85) 3305-7901 / atendimento@camedseguros.com.br

A cultura do seguro – Por que essa proteção ainda é vista como um gasto?
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Desde a pré-história o instinto de proteção está enraizado no ser humano. Isso porque o homem daquela época para sobreviver necessitava realizar uma gestão sobre as ameaças à sua volta. Segundo o dicionário Michaelis, o significado da palavra proteção vem do latim e significa “ato de proteger alguém ou algo de um perigo, de um mal”. O tempo mudou, mas os efeitos sobre uma fatalidade não, o que de fato mudou foi a forma de proteção.

A busca de proteção contra fatalidades é antiga, tanto que existem indícios na Babilônia, 23 séculos a.C., de cameleiros que, ao chegar de suas viagens, dividiam entre os integrantes os prejuízos dos camelos que morreram durante o trajeto. Mesmo sem ter conhecimentos em seguros, probabilidade, previsibilidade ou cálculos atuariais, estes cameleiros estavam mitigando os prejuízos e formando naquele momento um conceito de mutualismo e seguros.

Com o surgimento das civilizações, esta necessidade de proteção se tornou cada vez mais latente, visto que se aumentavam as interações entre as civilizações e o comércio crescia entre as regiões, os comerciantes precisavam realizar rotas comerciais e a cada nova viagem o risco aumentava, sendo certa no retorno a divisão dos prejuízos.

Não existia uma instituição para administrar os riscos e muito menos uma gestão sobre os valores. As viagens se tornaram cada vez mais cara, pois o risco era constante e a divisão de todos os prejuízos somente era calculada no retorno dos comerciantes, ou seja, após o sinistro. Como forma de conter estes eventos, neste período surgiu o primeiro “ensaio” do contrato de seguros com a figura da seguradora, chamado de “Contrato de Seguro Marítimo”, passando a calcular as despesas do sinistro antes da ocorrência do evento.

Na época, Portugal já tinha presença marcante em rotas marítimas, figurando na contratação de seguro desde 1293. No Brasil, o seguro iniciou suas operações em 1808 após a saída da família real de Portugal para o Brasil levando consigo a cultura do seguro.

Segundo uma pesquisa realizada em 2020 pela Universidade de Oxford, juntamente com a seguradora Zurich, o Brasil tem a menor taxa do mundo em se tratando de proteção de seguro de vida ou de renda. Mais da metade dos entrevistados, cerca de 53,9%, não tem nenhum tipo de proteção contra perda de renda. Um ano antes, em 2019, outra pesquisa realizada pela Mapfre Seguros indicou o Brasil como o 8º país para explorar no mercado de seguros de vida.

Um fato importante para analisarmos a penetração do Brasil no mercado de seguros em relação ao mundo é a presença no início das operações de seguros, já que o seguro foi introduzido no Brasil mais de 500 anos depois das operações em Portugal, desprendendo uma maior energia das sociedades seguradoras em fomentar o seguro no país. Neste caso não é despertar do instinto de proteção, pois este já existe tanto pela necessidade primitiva quanto pela sensação de insegurança. De acordo com pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Gallup em 2018, o Brasil ocupa o 4º lugar dentre 142 nações onde as pessoas sentem-se mais inseguras. Sendo assim, o desejo de contratar seguros protetivos deveria ser natural.

Na prática não é isto que se vê, pois, mesmo com todos os investimentos e um portfólio diversificado de produtos das seguradoras, o seguro ainda engatinha para um crescimento exponencial, tendo ainda como mais popular e crescente o ramo de automóvel. A revista Valor publicou o crescimento em 2019 do seguro automóvel ficando entre 11 a 12,5% (números da CNseg), em outra pesquisa (Universidade de Oxford) aponta que 8% dos entrevistados no Brasil adquiriram seguro de vida, enquanto em Hong-Kong chega a 35%, na Malásia 31% e nos EUA 30%.

Boa parte da ausência da contratação de seguros está na falta de percepção do valor da proteção, uma vez que as pessoas não visualizam as ameaças, seja sobre sua vida, sua família ou seu patrimônio financeiro. Muitos não visualizam o risco como uma possibilidade. O fato é que, ao longo dos anos, o ser humano deixou seus instintos preventivos de risco e passou a ser mais imprevidente, tanto que no período atual de pandemia devido à Covid-19 os seguros residenciais, de saúde e de vida tiveram um aumento crescente de vendas, porque as pessoas se sentiram ameaçadas por um novo elemento externo de maior alcance, mas o risco de outros eventos já existia. O que faltou não foi a disseminação da informação, mas o senso de proteção e a necessidade de visualizar que existe uma ameaça e, se existe uma ameaça, é necessário mitigar o risco.

Como o seguro de automóvel é o mais procurado, muitas vezes as pessoas realizam projeções de valores para outros bens, por isso não despertam interesse de ter outros tipos de seguros, por exemplo, considerando que um veículo tem como valor de mercado R$ 20 mil e um seguro auto de R$ 1.500 por ano, então, se a residência custa R$ 120 mil, o seguro residencial custaria R$ 9 mil. Mas a conta não é assim, a seguradora entrou no mercado de seguros bem lá atrás justamente como uma instituição para criar indicadores atuariais personalizando o valor do seguro para cada característica do risco, portanto um seguro se torna cada vez mais barato quando os elementos que compõem sua cotação são respondidos de forma correta. Na verdade, um seguro residencial para uma casa no valor de R$ 120 mil chega a custar de R$ 12 a R$ 15 ao mês com a cobertura residencial contra incêndio, raio e explosão mais um pacote de assistências 24horas com eletricista, encanador, assistências a eletrodomésticos, dentre outras, nada comparado ao valor inicial.

Outro fator importante é a responsabilidade do corretor de levar educação para a sociedade, ele tem um papel importantíssimo na cultura do seguro, pois é o agente autorizado pelas seguradoras de mostrar os benefícios do seguro e o quanto ele pode trazer tranquilidade para cada momento da vida das pessoas. As seguradoras focam cada vez mais em criar um portfólio de soluções de seguros, cabe ao corretor o propósito de proteger, configurar o seu olhar para cuidar do próximo e a missão de levar o conhecimento aos segurados, quanto maior a popularização da contratação do seguro maior será a participação da sociedade no crescimento das políticas de segurança social, pois, com a proteção de bens e pessoas contra acidentes e danos, o mercado segurador contribui para o desenvolvimento econômico, protege as pessoas de eventos fortuitos e cria uma relação de equilíbrio de taxas nos seguros.

Se buscarmos a essência primitiva do fator protetor e o motivo pelo qual surgiu o seguro, veremos que ele surgiu para atender a necessidade de proteção. Desta forma, para disseminar a cultura do seguro, será necessário voltarmos aos nossos instintos mais primitivos de proteção.

Finalizo com as sábias palavras de Winston Churchill: “se me fosse possível, escreveria a palavra seguro no umbral de cada porta, na fronte de cada homem, tão convencido estou de que o seguro pode, mediante um desembolso módico, livrar as famílias de catástrofes irreparáveis”.

 

Veridiane Pacheco

Coordenadora Suporte Técnico Camed Corretora

(85) 98156.4162 // veridianecapm@camedseguros.com.br

 

Referências

https://piaui.folha.uol.com.br/no-mundial-da-seguranca-brasil-e-o-4o-pior-entre-142-paises/

https://www.revistaapolice.com.br/2018/10/a-historia-do-seguro/

https://www.zurich.com.br/pt-br/a-zurich/imprensa/press-releases/2020/brasileiro-menos-seguro-protecao-pessoal-familiar

https://www.mapfre.com.br/seguro-br/quem-somos/noticias/noticias/2019/outubro/brasil-tem-potencial-de-seguro-segundo-indice-mapfre.jsp

https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/01/09/mercado-de-seguros-cresceu-entre-11-pontos-percentuais-e-125-em-2019-aponta-a-cnseg.ghtml

 

Conhecendo mais sobre o seguro garantia
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Conhecendo mais sobre o seguro garantia

O seguro garantia tem como objetivo o cumprimento de obrigações contratuais estabelecidas entre as partes envolvidas. Simplificando: é um ramo de seguro que tem por finalidade garantir o cumprimento de uma obrigação contratual ou processual. Nele temos uma relação tríplice, em que o segurado da apólice é a parte contratante e a empresa contratada é o tomador da obrigação. Assim, temos a seguradora para fazer a relação entre essas duas partes e garantindo que o objeto contratual seja executado.

O seguro garantia protege tanto os órgãos públicos como as empresas privadas que têm o hábito de contratar pessoas jurídicas terceirizadas.

O produto tem sido utilizado como uma excelente ferramenta de gerenciamento de riscos contratuais, bem como gerenciamento financeiro para os casos de garantia judicial.

Conheça algumas vantagens que motivam as empresas a buscar o seguro garantia:

  • Custo do seguro mais barato em relação a uma fiança bancária, por exemplo;
  • Não compromete limites bancários;
  • Depois de aprovado o risco, o prazo de emissão da apólice é de no máximo 48 horas.

As partes envolvidas no seguro de garantia são:artigo

*Há ainda o corretor de seguros, que é a pessoa jurídica que intermedia as negociações entre o tomador e seguradora.

Para a contratação do seguro garantia, o tomador deve ter cadastro atualizado na seguradora com limite de crédito aprovado. Conheça a documentação inicial necessária para esse cadastro:

  • Demonstrativos Financeiros dos 3 últimos anos;
  • Último Balancete;
  • Contrato Social com a última alteração;
  • Minuta ou o contrato em que consta a cláusula da garantia, ou seja, o que deverá ser garantido pela apólice.

Em caso de participação em licitação:

  • Edital

Algumas modalidades do Seguro Garantia:

Garantia Licitante – Conforme a Lei de Licitações (Lei n.º 8.666), todas as empresas de órgãos públicos devem abrir processos licitatórios, e o Seguro Garantia Licitante visa à indenização no caso da empresa vencedora se recusar em assinar o contrato. No setor privado, não há previsão legal, mas o seguro pode ser aplicado caso as partes envolvidas decidam pelo seguro;

Garantia Executante – Pode ser do construtor, prestador de serviços ou de fornecedor. Nessa modalidade, é garantida ao segurado da apólice a indenização de prejuízos ocasionados pelo descumprimento das obrigações constante no contrato por parte do tomador;

Garantia Completion Bond – Também conhecida como Seguro para Conclusão de Obras. Esse seguro é aplicado exclusivamente para operações de financiamento que envolvam projetos de construção civil, infraestrutura, instalações e montagem. Garante que o financiador não ficará com um projeto inacabado. A análise da seguradora para emitir apólice baseia-se na capacidade financeira do tomador quanto ao aporte de recursos próprios necessários para o projeto, estrutura do projeto, capacidade dos construtores, bem como as ações para a mitigação do risco. Caso seja caracterizado o sinistro, dependendo do estágio do projeto, a seguradora definirá pela indenização sob a forma de conclusão do projeto ou o pagamento dos valores liberados, devidamente corrigidos.

Garantia Judicial – Essa modalidade de garantia é utilizada nos processos de ações judiciais. Muito comum nas ações trabalhistas, por exemplo, chegando à fase em que o tomador é obrigado a fazer um depósito judicial enquanto o processo transcorre com os trâmites legais. De acordo com o novo código civil, a apólice de garantia judicial é considerada equivalente a dinheiro. Desta forma o tomador mantém seu fluxo de caixa, bem como fica livre da penhora de bens. Esse tipo de garantia é a forma menos onerosa para as empresas apresentarem a garantia para o juízo.

Quer conhecer mais sobre os tipos de seguro garantia? Conte com a Camed Corretora!

Mirna Rocha

Canal de Riscos Diferenciados

mirnamls@camedseguros.com.br

(85) 98213-1838

Que fatores impactam no preço do seguro do automóvel?
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Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSEG), apenas 30% dos veículos que circulam no Brasil possuem seguro, embora saibamos que há perigos aos quais estamos expostos.

Uma das razões que levam a não contratação do seguro é a precificação do mesmo. O que muitos não sabem é que o valor pode variar de acordo com o perfil do motorista e do bem segurado.

Selecionamos os principais pontos que podem interferir no valor do seguro e te auxiliar a fazer a contratação de maneira mais consciente e adequada à sua realidade.

O perfil do motorista

Geralmente homens, recém-habilitados, solteiros e pessoas com histórico atribulado são propensos a pagar mais pelo seguro por apresentarem maior probabilidade em se envolver em sinistros.

O modelo do veículo

Alguns modelos populares são mais visados por bandidos, o que faz com que a seguradora eleve o valor do seguro. Carros com valor mais alto e manutenção mais dispendiosa também são propensos a ter cotações mais elevadas.

Local onde o veículo fica estacionado

O carro que fica em garagem durante pernoite ou no horário comercial tem cotações mais baratas em comparação a um carro que fica estacionado em locais públicos.

Região onde o motorista mora e trabalha

As seguradoras fazem uma análise de criminalidade na região, portanto pessoas que moram e trabalham em locais mais tranquilos tendem a pagar mais barato em sua contratação.

O uso do veículo

Quanto maior o período de uso, maior o período de exposição e, consequentemente, maior o risco. Uma pessoa que usa o veículo para uso comercial tem mais chances de se envolver em sinistro do que uma pessoa que usa seu veículo apenas para deixar os filhos na escola.

Tipo de contratação

Você pode optar por um seguro básico ou por um seguro mais completo que abrange, por exemplo, danos a terceiros ou que tenha o benefício de carro reserva. A cada benefício, cobertura ou serviço agregado, maior o valor de investimento. Daí a importância de conhecer bem tudo que pode ser agregado ao seu seguro para que ele fique de acordo com suas reais necessidades e te atenda de forma ideal.
A franquia agravada diminuir o valor do seguro na contratação, mas, em caso de eventual sinistro, o cliente terá que dispor de quantias mais elevadas para acionar seu seguro.

Equipamentos de segurança

Ter sistemas de proteção pode diminuir o valor pago no seguro, uma vez que podem dificultar um roubo ou facilitar sua localização, como é o caso do alarme e do rastreador, respectivamente.

Em todo caso, além de saber todos os fatores que implicam na precificação do seguro, você precisa pesquisar a credibilidade da seguradora que você está contratando o seguro e conversar com seu corretor sobre a contratação ideal, que atenda todas as suas necessidades e corresponda às suas expectativas.

Quer saber um pouco mais ou deseja fazer uma cotação? Fale conosco!


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